PARABÉNS, VASCO!

21 de Agosto de 2008 @ 11:11 por CASACA!

A nossa maior paixão comemora hoje 110 anos de fundação. E como brinde, reproduzimos aqui o maravilhoso texto do professor Valter Duarte Ferreira Filho. Parabéns vascaínos! Obrigado, Vasco!

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A CORAGEM DE FUNDAR O CLUB DE REGATAS VASCO DA GAMA

Ninguém imagina como foi perigoso fundar uma associação esportiva luso-brasileira na tarde do dia 21 de agosto de 1898. Era um tempo em que o jacobinismo florianista continuava ativo e, com ele, a perseguição aos portugueses no Rio de Janeiro, que começara em 1894, na segunda fase da Revolta da Armada, quando Custódio de Melo e Saldanha da Gama aprisionaram navios portugueses e os utilizaram na luta contra Floriano Peixoto. Como se a população portuguesa aqui estabelecida tivesse alguma coisa com aquilo, sua gente foi espancada nas ruas, tendo suas casas comerciais e residências depredadas, invadidas e roubadas, em dias de terror que não acabaram com a vitória do governo e a consolidação da República, pois prosseguiram nos anos seguintes enquanto a violência não deu lugar ao escárnio, ao deboche e às anedotas com que a substituíram.

Para piorar a situação dos portugueses aqui residentes, intelectuais brasileiros começaram a atribuir a eles e aos negros o atraso em que o Brasil vivia. Queriam impor radical mudança da população: mudança racial, embranquecendo-a, porém, não com brancos ibéricos, pois não se rejeitava somente as raízes portuguesas mas também a possibilidade de sermos descendentes de espanhóis como nossos vizinhos, com os quais não queriam que tivéssemos semelhanças. Para aqueles intelectuais, o Brasil devia ser outro, ter outra população. Eles não queriam assumir aquele povo de portugueses, negros, índios e miscigenados, o povo que ainda é a ampla maioria brasileira.

Só muita coragem, digna mesmo do grande navegador, para desafiar aquele ambiente hostil e fundar o Club de Regatas Vasco da Gama, instituição multirracial já no seu nascedouro, uma vez que aberta a portugueses e brasileiros sem distinção de qualquer espécie para a prática esportiva. Por isso o seu rápido prestígio popular, porque era nele que a mistura representativa da sociedade brasileira, concentrada no povo de sua capital, de fato se realizava, não nos delirantes modelos dos intelectuais, nem nos clubes que selecionavam, isto é, segregavam.

É preciso não esquecer que a fundação do Club de Regatas Vasco da Gama ultrapassou a simples criação de um clube recreativo e esportivo. Foi um ato político dos mais sérios e corajosos em favor do Brasil tal como ele era, tal como sua história o fizera, tal como permanece. Por isso mesmo aquela coragem jamais seria perdoada e o Vasco passaria por represálias as mais diversas, desde espezinhá-lo como “clube português” para comprometer a sua popularidade às muitas tentativas de impedi-lo de competir, num roteiro em que nunca faltaram maledicências e campanhas contra seus atletas e dirigentes.

Não há dúvida de que o maior símbolo de toda a luta do Club de Regatas Vasco da Gama é a famosa carta de 1924 na qual a recusa às imposições da AMEA ratificou as razões da sua fundação. Mas devemos ter em mente que o seu merecido destaque pode esconder que não foi a primeira vez nem a última em que os vascaínos tiveram posto em dúvida o próprio direito de existirem, de o Vasco existir. Direito esse que teve de ser reafirmado em forma de monumento: o Estádio Vasco da Gama, o “Estádio de São Januário”.

Daí porque na ocasião em que a política racial oficial passou a ser dirigida em favor da união das três raças e o Brasil assumiu a sua condição de nação multirracial, as instalações do Vasco, não somente por serem as melhores da época, foram usadas pelo governo brasileiro para diferentes fins. Como nenhum clube, o Vasco se pôs a serviço da nação brasileira tal como ele a entendia, tal como ele fora fundado, tal como ele resistira e se mantivera: como instituição esportiva multirracial, cujo pioneirismo, finalmente vencedor, havia feito com que as demais o acompanhassem, com que todas fossem assim.

Porém, exatamente por ter raízes e significado político como nenhuma outra associação esportiva brasileira, por ter passado com êxito pelo período mais agudo de provação, por ter se tornado realidade inevitável e por ser destaque entre os campeões, os ataques à sua integridade material e moral jamais cessaram.

Isso porque os antigos preconceitos e os ideais de um dia rompermos com as nossas raízes não desapareceram, apenas não são mais confessados. Quando, por exemplo, em 1968, apelidaram o Vasco de “bacalhau”, não tiveram outra intenção senão a de reavivar o preconceito contra os portugueses. Não contavam, para desespero dos que assim o discriminavam, que a sua torcida multirracial tivesse o prazer de adotar esse símbolo e reafirmar que eram essas de fato as suas raízes brancas, e não as demais raízes européias que foram trazidas para superá-las e submetê-las, como se os demais povos europeus que vieram para cá pretendessem isso.

Não se pode dar como esgotadas e vencidas as influências do tempo da fundação nos dias de hoje. Quem acompanhar a história do Vasco comprovará que elas assumiram várias formas para atacar e prejudicar o seu patrimônio e as suas atividades. Passem em revista as muitas vezes em que puseram em dúvida a utilização do “Estádio de São Januário”. Certa vez foi a tal da “praga do Arubinha”; mais adiante o desejo de que não valesse mais nada porque o Maracanã havia sido construído; em seguida o fato de terem acabado com os bondes na cidade e o estádio ter ficado “contra-mão”; quando recuperado e usado em jogos oficiais interestaduais, disseram que não servia porque a torcida exigia muito e os jogadores ficavam nervosos; devido à crescente insegurança na cidade, disseram que era inseguro porque vizinho de uma favela; e não esqueceram de dizer que, dentro dele, não haveria segurança para os torcedores, especialmente os visitantes. As vezes em que ele socorreu o campeonato carioca - em 1961, quando os clubes deixaram de jogar duas rodadas no Maracanã porque não aceitavam o demagógico congelamento do preço dos ingressos e, em 1992, quando uma tragédia interditou aquele estádio por vários meses - foram esquecidas. Para quem não tem estádio próprio e manda seus jogos em estádios públicos, “São Januário” é um retrocesso. Sim, um retrocesso, um apelo à memória. Afinal, “São Januário” lembra aos vascaínos os valores do Club de Regatas Vasco da Gama, que seus inimigos querem que sejam esquecidos.

Assim tem sido também a história dos atletas vascaínos, principalmente a dos jogadores de futebol que foram campeões defendendo o Vasco. Ai de algum deles se um dia tivesse perdido um pênalti decisivo numa Copa do Mundo. Seria o substituto do Barbosa na maior injustiça já sofrida por um jogador de futebol no país. Logo ele - mulato, vascaíno e campeão em tudo que disputou com uma única e miserável exceção -, foi o infeliz goleiro que levou um chute direto, cara a cara, o segundo gol do adversário na única vez em que a seleção não fez o mínimo de dois gols que fazia em cada partida e perdeu aquela Copa. Ficou para a história, numa jogada em que a iniciativa era de outro, como o maior culpado de todos os tempos por uma derrota brasileira. Apagaram naquele dia o erro da semifinal da Copa de 38, quando aquele que é considerado o maior zagueiro de todos os tempos, que jogava no maior rival, cometeu a estúpida
agressão que levou a um pênalti, à sua expulsão e à eliminação do Brasil e não passam mais as imagens coloridas da Copa de 86, talvez para não dar cartaz ao goleiro da França.

No Vasco, Almir era moleque, o arruaceiro que devia ser eliminado do futebol. Nos outros clubes, fazendo as mesmas coisas, virou herói. A imprensa, que os vascaínos nunca dominaram, sempre tratou de um jeito os atletas no tempo em que defenderam o Vasco e de outro, muito melhor, depois de se transferirem para os clubes da preferência midiática. E chega a ser tragicômico o recente comportamento da imprensa que desancou sem dó nem piedade seu mais famoso e polêmico presidente até vê-lo afastado e, agora, saboreia as contradições e a inexperiência do novo presidente e da nova diretoria.

A discriminação contra o Vasco não é confessada mas é praticada, estimulada, levada a todos os cantos, a todas as relações sociais. Torcedores vascaínos sabem muito bem como são tratados pelos demais nos locais de trabalho, nas escolas, nas faculdades, nas ruas e até dentro de casa quando não são de família totalmente vascaína. São tratados como desvios, aberrações, tal como foram tratados seus fundadores e a população que apoiou a sua fundação e teve paciência para esperar 7 anos pelo seu primeiro grande título: o de Campeão de Remo da Cidade do Rio de Janeiro de 1905. Campeão com calça branca, camisa preta, faixa branca e a cruz de malta no peito. Sim, a faixa branca que o futebol só usaria na década de 40 já era usada pelos remadores no início da vida do Vasco, no início das suas vitórias.

Quem nunca ouviu palavras de rejeição por se declarar vascaíno? Não, não aquela rejeição por não torcer pelo clube de quem fez a pergunta, o que é aceitável, mas aquela rejeição por ter feito uma escolha que não teria justificativa, que seria um desvio, uma opção condenável por fugir da doutrinação em favor de valores que estariam acima dos valores luso-brasileiros que inspiraram a criação do Vasco. Qual o vascaíno que não passou por isso? Só mesmo os que ainda não saíram de uma casa totalmente vascaína. Por isso é preciso coragem, muita coragem para ser vascaíno, para estar à altura do clube que escolheu, portador eterno da coragem de ser brasileiro, luso-brasileiro, da coragem com que fundaram, preservaram e tornaram vencedor o Club de Regatas Vasco da Gama.

Valter Duarte Ferreira Filho

FONTE: CASACA!

Bora falar sério…

21 de Agosto de 2008 @ 00:10 por CASACA!

Foto enviada por Vitor Vital

Sessão Solene de aniversário do Vasco. Lá estava ele de novo, todo pimpão, em “missão oficial” da Alerj, em frente a Sede Náutica da Lagoa. Uma coisa é verdade: maior transparência, impossível.

bora - bora

Plantão Neca informa em nova edição extra

20 de Agosto de 2008 @ 23:58 por João Carlos Nóbrega

Segundo um jornal de grande circulação no Rio de Janeiro, o vice-presidente (?) de futebol, Manuel Fontes, o Neca, declarou o seguinte no dia de ontem a respeito do pagamento dos salários de julho:

- Amanhã é dia 20? Então está programado para amanhã, mesmo.

Pergunta se pagaram alguma coisa hoje. Neca de pitibiriba.

Mas espera aí: na campanha para a eleicirco não disseram que seria no quinto dia útil?

Ah, esse estelionato eleitoral…

Abaixo-assinado contra o golpe político de junho de 2008

20 de Agosto de 2008 @ 21:46 por CASACA!

O CASACA! manterá aberta uma lista de adesão, um abaixo-assinado, contra o golpe político de junho de 2008, que virou estelionato e que pode virar tragédia.

Leia o texto abaixo, clique no link e participe!

http://www.casaca.com.br/abaixoassinado

Saudações Vascaínas!

No mês de junho de 2008 o Club de Regatas Vasco da Gama sofreu uma gravíssima e indevida intervenção externa. A centenária instituição foi violentada por uma “ação entre amigos”, apoiada pelos inimigos do clube.

Após uma série de irregularidades e desrespeito ao Estatuto do Vasco, apenas 827 associados votaram a favor dos Oportunistas de Ouro, numa espécie de “eleicirco”. O número é baixíssimo comparado aos pleitos anteriores. Menor ainda em relação aos 7.242 eleitores aptos a votar naquela “eleição fora de época”. O quadro social do Vasco rejeitou aquela assembléia geral, já que menos de 13% votou. A grande verdade é que o Vasco sofreu um golpe político em pleno século XXI, manchando para sempre a sua História.

Não podemos ficar parados, aguardando que Deus nos ajude. Precisamos nos mobilizar contra os golpistas, independente de eles se mostrarem completamente incapazes de administrar o Vasco, independente de descumprirem as promessas de campanha e independente dos resultados do futebol em suas mãos. Temos que expelir os golpistas do Vasco, como corpos estranhos que são em nosso meio.

As assinaturas indignadas deste documento eletrônico comprovarão o vício do processo acima referido e terão por finalidade ajudar a devolver o Vasco a quem nutre por ele sentimento verdadeiro. Podem ser cinco, cinqüenta, quinhentas ou cinco mil: será o ponto de partida para que nos livremos da maior farsa que já passou por São Januário. Não devem ficar impunes aqueles que macularam a torcida, o quadro social e a História do Vasco. Se você repudia o que aconteceu, deixe o seu registro aqui.

http://www.casaca.com.br/abaixoassinado

FONTE: CASACA!

Sessão solene desta quarta-feira promete ser marcada por protestos

19 de Agosto de 2008 @ 18:44 por CASACA!

Protesto ocorrerá à partir das 20:00, na entrada da Sede Náutica

A sessão solene que celebrará o 110º aniversário do Club de Regatas Vasco da Gama, por incrível que pareça, vai acontecer nesta quarta-feira, dia 20, e não no dia do aniversário do clube, 21 de agosto como, historicamente, costuma acontecer. E isso deve-se por um motivo, no mínimo, questionável por parte da torcida vascaína: no dia do aniversário do clube, será realizado um evento na Câmara dos vereadores, que contará com a presença dos membros da atual direção do Vasco, entre eles, o Presidente e Deputado Estadual, Roberto Dinamite.

Inconformados, não só com o não cumprimento do tripé “transparência, competência e credibilidade”, mas também com a alegação de que a atual direção se apoderou do clube através de um golpe político, um grupo de torcedores, aliados à grupos de torcidas organizadas, se organiza para protestar em frente à Sede Náutica do clube, à partir das 20:00 desta quarta-feira. Manifestantes prometem um protesto pacífico, mas não pouparão ataques à atual direção do clube.

A Sede Náutica do Club de Regatas Vasco da Gama, fica na Rua General Tasso Fragoso, 65 – Lagoa – Rio de Janeiro.

Fonte: Fanáticos por Futebol

Poesias Vascaínas ::: A incrível trupe de Bananaleone

18 de Agosto de 2008 @ 20:59 por CASACA!

Autor: Diniz Felix dos Santos (Brasília-DF)

A incrível trupe de Bananaleone

Antes, eram heróis da sabotagem,
a exporem os flancos desabridos…
Vivas, em festanças e sacanagem,
desonrando os símbolos mais queridos.

E o dinheiro, que aparecia a rodo…
E, qual “pobre vítima”, ia à forra,
aquele que, hoje - “rei” por engodo -
se embanana, se esquiva e se borra.

Imagina-se olímpico, no pódio.
Risada falsa, na cara estampada,
esconde um coração cheio de ódio,
e a amargura da alma enciumada.

Os que, antes, lhe serviam de escada,
laudas, laudas pérfidas, site vil,
nutriam a massa contaminada,
desleal, enfurecida e servil.

Golpe dado, uns sentiram-se palhaços,
bola rubra na ponta do nariz,
envergonhados, juntaram pedaços
da honra que lhes sobrou por um triz.

E foi tanta a sua desilusão,
que vagam (mesmo sem pedir perdão)
agora, anônimos e por pseudônimos.
E os “moderadores” irremendáveis
A manter suas teses execráveis
se vão multiplicando em heterônimos…

Fotos da nossa “pobre” concentração

18 de Agosto de 2008 @ 19:16 por CASACA!

Realmente, uma pobreza. Justifica gastar até 50 mil por mês com hotel em Copacabana.

Para aqueles que acham que o número de estrelas do hotel ganha jogo: ainda bem que os jogadores não ficam concentrados nesta “miséria” aí abaixo quando jogam fora de casa. Deve ser por isso que ganham todas quando visitam alguém.

pobreza1 - pobreza1
pobreza2 - pobreza2
pobreza3 - pobreza3
pobreza4 - pobreza4
pobreza5 - pobreza5

Vasco perde o prazo para requisitar jogo com o Botafogo em São Januário

18 de Agosto de 2008 @ 18:55 por CASACA!

Artigo 13 do RGC (CBF) - Regulamento Geral das Competições:

Quaisquer modificações nas tabelas das competições poderão ocorrer se autorizadas e publicadas pela DCO (Diretoria de Competições) em um prazo mínimo de 10 dias antes da data da programação da partida em foco.

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A diretoria anterior do Vasco, quando aceitou jogar a partida do turno contra o Botafogo no Engenhão, fez a ressalva de que requisitaria que a partida de volta fosse jogada em São Januário. Na ocasião, Vasco, Botafogo e CBF firmaram o acordo.

Com a concretização do golpe e a chegada ao poder da nova “diretoria” vascaína, seu novo “presidente”, numa de suas primeiras medidas, informou que o Vasco não disputaria mais nenhum clássico regional em São Januário. No turno, teve mando de campo diante do Fluminense e não o fez prevalecer.

Ontem, informando que recebeu requisição de seus jogadores, o atual “presidente” deu entrevistas à imprensa afirmando que transferiria o jogo do próximo domingo, Vasco x Botafogo, para São Januário.

Não conseguirá. Conforme descrito no Regulamento Geral das Competições da CBF, o Vasco perdeu o prazo.

Nosso reconhecimento a mais uma evidência de competência.

FONTE: CASACA!

Sessão solene ou incenso eleitoral?

18 de Agosto de 2008 @ 15:05 por João Carlos Nóbrega

Alguns vascaínos me procuraram alertando para a data da realização da Sessão Solene que comemorará o 110º aniversário do Vasco. Curiosamente ela será realizada um dia antes do aniversário do clube. Perguntaram-me se eu sabia o motivo. Inocentemente, disse acreditar que seria por conta do jogo com a Portuguesa, marcado para o próximo dia 21. Não era uma justificativa muito plausível, porque a data poderia ser modificada na CBF, mas comprei essa versão.

Peço a eles, publicamente, perdão pelo equívoco. Na verdade, o motivo é outro. É que no dia 21, a sessão solene do Vasco foi trocada por um regabofe na Câmara dos Vereadores. Que realizará um evento em homenagem ao clube. Em ano de eleição municipal, espera-se que não seja para incensar candidaturas minguadas que pretendem se aproveitar do nome da instituição. Os pretendentes à “bancada vascaína” são alguns. Tomara que eles, caso sejam eleitos, lembrem-se do clube não só na hora do regabofe eleitoral, que incentiva, talvez, uns votinhos a mais para a urna. E que, daqui a quatro anos, quando promoverem novo regabofe com o dinheiro público, o façam no dia 20. Ou no dia 22. Não é por nada não. É só para respeitar que no aniversário do clube o evento principal de aniversário seja realizado na sede do clube. Uma questão de coerência para o Vasco. Uma questão de investigação para o TRE.

Plantão Neca informa em edição extraordinária

17 de Agosto de 2008 @ 03:07 por CASACA!

- Não descarto a chegada de jogadores, mas não temos pressa. Alguns dvds estão sendo analisados, mas por enquanto não há nada de concreto - disse o vice-presidente de futebol cruzmaltino, Manuel Fontes.

Fonte: Netvasco